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Profissionais recebem capacitação sobre violência e suicídio Imprimir E-mail
01 de November de 2017
  •              Direcionada para profissionais da saúde, educação, assistência social, conselhos tutelares e segurança pública, foi realizada nesta terça-feira (31) a capacitação intersetorial sobre notificação de violência interpessoal e autoprovocada. A atividade foi proposta pelas coordenadorias regionais de Saúde da 15ª e 19ª Região, juntamente com o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest Macronorte), no Centro Cultural de Palmeira das Missões.

  •              Participaram da solenidade de abertura o vice-prefeito Lúcio Borges, o presidente da Câmara de Vereadores Antônio Padilha, o coordenador da 15ª Coordenadoria Regional de Saúde Dorival Werkhausen, o coordenador da 19ª Coordenadoria Regional de Saúde Fernando Panosso, o secretário municipal de Saúde de Palmeira Paulo Roberto Fernandes, a coordenadora do Cerest Macronorte Cleusa Belmonte Flor e a presidente do Conselho Gestor do Cerest Macronorte Noemia Roveder.
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  •                Com lotação máxima, o público prestigiou palestras que abordaram assuntos como conceituação de violências contra crianças e adolescentes, violência sexual e doméstica, trabalho infantil, suicídio, entre outros. A assistente social e coordenadora das Doenças e Agravos Não Transmissíveis (Dants) da Secretaria Estadual de Saúde Andreia Volkemer, falou sobre a vigilância da violência pessoal e autoprovocada, além de orientar sobre o preenchimento da ficha de notificações de violências (Sinan).
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  •               No turno da tarde, a psicóloga e doutora em Ciências Sociais Claudia Cruz conversou com o público trazendo um resgate histórico e diferentes concepções de suicídio. Claudia também é membro do Observatório de análise de situações do suicídio no estado e faz parte do Comitê Estadual de promoção da vida e prevenção do suicídio. Por fim, a palestrante foi a psicóloga Natalia Fattah, que trouxe os mitos e verdades sobre o suicídio e fatores de risco e proteção. Natalia é mestranda em Saúde Mental, trabalha na coordenação da política de saúde mental do estado e também faz parte do Comitê Estadual de promoção da vida e prevenção do suicídio.
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  • Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes
  •              O processo de aperfeiçoamento do Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (Viva) vem sendo desenvolvido a partir da participação efetiva de parceiros de diversas instituições, o que é fundamental para conhecer o impacto das violências e de acidentes (causas externas) no perfil de morbimortalidade da população, e para promover a saúde e a cultura de paz no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil.
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  •            Contudo, a Viva não se detém somente a obter informações sobre o comportamento destes agravos, mas tem o objetivo de subsidiar ações de enfrentamento dos determinantes e dos condicionantes das causas externas numa perspectiva intersetorial e com base no direito à saúde e à vida. Incentivando assim, a formação de redes de atenção e proteção às pessoas vítimas de violências e acidentes, buscando garantir a atenção integral, a promoção da saúde e a cultura de paz.
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  •             Todos esses esforços demonstram que o objetivo principal do Viva é o desenvolvimento de ações de vigilância e prevenção de violências e acidentes, embasado nos dados dos próprios serviços de saúde, para que os articuladores de políticas públicas possam realmente conhecer e atender às necessidades da população brasileira, cujo ambiente se mostra sorvido por esses agravos.


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  • Foto: Priscila Devens/AI
 
 
 
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